10.4.23

Uma agência Evangelizadora Parte II

Conforme cita o grifo de Jonh MacArthur em seu livro, A guerra pela verdade, “Por que tantos evangélicos agem como se os falsos mestres nunca fossem um problema sério nesta geração? Um grande número de evangélicos parecem convencidos de que são ricos e abastados e não precisam de coisa alguma, mas não sabem que são infelizes, miseráveis, cegos e nus, (Ap. 3:17) Na realidade, talvez a igreja hoje seja bem mais suscetível aos falsos mestres, aos pervertedores de doutrinas e ao terrorismo espiritual do que em qualquer outra geração na história da igreja, A ignorância bíblica dentro da igreja talvez seja muito mais profunda e mais generalizada do que em qualquer outra época desde a Reforma Protestante. PENSE, quais os maiores absurdos que vivemos em nossa história de vida cristã? Acredite, o ensino bíblico mesmo nos meios mais conceituados em nossos dias, tem sido deliberadamente banalizado, tornado tão liberal e superficial quanto possível, exageradamente simplificado, adaptado ao menor denominador comum e depois, ajustado para agradar às pessoas que tem pequena capacidade de atenção. Os sermões são quase sempre breves, simplistas, sobrecarregados com tantas referências à cultura popular quanto o possível e carregados de anedotas, piadas, experiências pessoais e ilustrações pobres, a centralidade dos sermões tem sido o homem. Os pregadores atuais, tem agido da maneira contrária a que Paulo descreveu em Atos 20:27.” Precisamos resgatar uma igreja com autoridade e detentora da verdade, o nosso envolvimento com a cultura atual, com o sistema atual, com as pessoas, com tudo a nossa volta, tem por objetivo de salgarmos esta realidade, dando sentido e apresentando Jesus Cristo límpido e claro. Muito me preocupa o texto de Tito no que tange ao cap. 2:3-5 “ As mulheres idosas, semelhante-mente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas a mui-to vinho, mestras no bem; Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada. ” Talvez a ministração desta palavra seria encarada por muitos, tanto homens como mulheres, em algumas comunidades cristãs como um discurso machista, carregado de misoginia o que na ver-dade não é, vejo uma sociedade onde as jovens necessitam orientar as mais velhas que tem entre si o discurso do “chute o balde e viva a vida”, carecemos urgentemente a volta ao evangelho puro e sim-ples de Jesus, onde o povo de Deus caia na graça do povo como cita Atos 2:47, mas para isso acon-tecer precisamos ser uma igreja ou agência que entenda de verdade qual o nosso objetivo, quem somos e a mensagem que devemos levar. 1. Qual o nosso objetivo além de amar ao próximo como a nós mesmos é o de evangelizar. Para amarmos precisamos estar cheios “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra. ” Atos 1:8, sem ele não conseguiremos amar, a ordem é amar a todos, sem dis-tinção e para evangelizarmos precisamos conhecer a palavra “ Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.” João 14:26. Só se lembra daquilo que se estuda. 2. Quem somos, querido quem é não deixa de ser, parece óbvio, mas é como se víssemos galinhas tentando ser cão de guarda, galinha é galinha. Meu Deus a igreja é a nação santa! Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; 1 Pe. 2:9, querido aluno observe de onde Deus tirou “vos chamou das trevas”, o mundo está nas trevas e como igreja não podemos nos amoldar a Ele. 3. Qual a mensagem que devemos levar? A nossa mensagem ou a mensagem do Cristo? Amados nada é mais destrutivo do que a falsa religião. A mera ignorância já é bastante devastadora, quantas promessas bíblicas desconhecemos? A palavra diz que o meu povo está sendo destruído, por que lhe falta o conhecimento (Os 4:6), mas a apostasia que corrompe o evangelho é a mais sinistra de todas as iniquidades. Ela não somente ocul-ta o âmago de toda a verdade daqueles que necessitam dela desesperadamente, como também pro-duz cada vez mais iniquidade. É preciso entender que a religião apóstata é dinâmica, assim como a verdade do evangelho é dinâmica, mas a religião apóstata produz resultados inversos. Ela intensifica a escravidão ao pecado, multiplica as contaminações do pecado e aumenta as consequências do pe-cado, em todas as maneiras possíveis a falsa religião torna pior a calamidade do pecado. Em outras palavras ensinar erros que corrompe o evangelho, como se fosse verdade bíblicas não é um pecado insignificante e muitas vezes incorremos neste erro inocentemente, ao contrário disso. A verdade é a única coisa que pode libertar as pessoas da escravidão do pecado e outorgar-lhes a vida eterna (Jo. 8:32 e 14:6), o que Ap. Paulo deixa claro em (Rm. 1:16; 1 Col. 1:18), a verda-de é necessária para a salvação. Rm. 10:13-14, por isso a grande investida satanás contra as verdades bíblicas que a igreja precisa conhecer e declarar. A agência anunciadora desta verdade precisa que seus funcionários conheçam bem seus pla-nos e metas.

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