15.2.14

Liderança Guiada por Deus.

MATEUS 28 – 19 e 20 (discípulos aprendiz) Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém. Palavra Grega - MATHETES O reflexo imediato do novo nascimento nos leva ao discipulado. E a palavra grega mathetes, quer dizer discípulo que é um aprendiz, um aluno, um seguidor, um principiante, etc. Os discípulos de Cristo sempre devem estar rendidos aos ensinos de Cristo e dispostos a seguir o estilo de vida que ele quer que vivam. Amados Jesus com freqüência pregava a seus discípulos e seguidores tudo que dizia respeito ao evangelho. Nos evangelhos, a palavra discípulo(s) é usada mais de 220 vezes e em Atos usa-se umas 30 vezes, dando a entender que esta palavra era usada com freqüência pela igreja. SOMOS DISCÍPULOS OU LÍDERES? Ponto 1 - DESENVOLVA A MANSIDÃO Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra (Mt 5.5). Ler Mateus 5.15, Salmo.25.9, Colossenses 3.l2 e 1Pedro 3.16. No ensino de Jesus, manso é aquele que se deixa guiar por Deus na vida justa. É aquele que tem Deus como o seu pastor, e por ele se deixa conduzir sem resistência (Sl 23.1-3) nas situações da vida. O pastor nos guia... pastos verdejantes... Por que resistimos? Vejamos: o medo por si só não é o responsável pela nossa resistência à mudança, o problema está na atitude paralisante diante do medo. Paralisamos quando, por algum motivo, algo novo, diferente, que não conhecemos nos tira de nossa zona de conforto, de nosso porto seguro e nos leva a um enfrentamento. Quanto mais importante for para nós aquilo que está sendo mudado, menos temos vontade de abrir mão dele. Esse é um comportamento normal e natural de todos nós, o problema está em continuar com ele por muito tempo. (Exemplo tirar o peito do neném que se amamenta...) A paralisia, a teimosia, a imobilidade nos traz limitação, nos deixa angustiados, presos ao medo de fracassar, de errar, de perder-se no caminho, de sofrer entre tantos outros. Ficamos parados à margem do caminho, focalizando nossos conflitos, dificuldades e problemas, deixando a vida girar em torno deles. Colocamos nossos dilemas como peças centrais e, quando essas forças conflitantes começam a nos ameaçar, sentimo-nos apavorados. Criamos mais obstáculos que nos impedem de avançar. O resultado: o enfraquecimento e a perda de poder sobre a sua vida! Ou seja, contnuar parado esperando que as coisas sejam as mesmas ou voltem a ser o que eram, faz com que você perca as rédeas do seu destino. Do contrário, a mudança por sua vez, traz um desconforto momentâneo, desestruturante, intranqüiliza, mas ao mesmo tempo, nos faz evoluir, torna-nos mais criativos. A cada situação de mudança, oportuniza-se crescimento, aprendizado, possibilidade de validar ou não determinadas crenças e conceitos, de encontrar novos caminhos e soluções criativas. Mansidão é também a lentidão em pleitear direitos negados ou feridos (precisamos permitir Deus cuidar de nossas causas). É essa atitude interior, em Cristo, que nos impulsiona a abrir mão desses direitos e liberar perdão àquelas pessoas que nos feriram emocional e psicologicamente. Ela nos capacita a abrir mão da vingança e desejar o bem ao nosso malfeitor. É produzida no nosso espírito pelo Espírito Santo quando também trabalhamos nisso com ele. ...mas o fruto do Espírito é...mansidão (Gl 5.23). Jesus disse: ...sou manso e humilde de coração (Mt 1.19). 18 Ponto 2 - APRENDA A PERDOAR – ISSO É MARAVILHOSO! ...e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores (Mt 6.12). Perdoar nada mais é do que exercer, em parceria com o Espírito Santo, a humildade de espírito e a mansidão. É portanto, abrir mão, para Deus, de direitos feridos ou negados. É deixar o ofensor ir livre, sem punição pelo mal que nos fez. É zerar, no nosso íntimo, o débito que ele tinha conosco. Essa disciplina espiritual é a porta divina para a liberdade interior em Cristo. O espírito perdoador é um espírito livre e de grande valor diante de Deus. Perdoar nossos ofensores é maravilhoso e profundamente libertador. O exercício do perdão aumenta, em muito, nossas possibilidades de uma liderança vitoriosa em Deus, seja na empresa, na família ou na igreja. O fato de perdoarmos nossos ofensores deixa livre o caminho para sermos também perdoados por nosso Pai celestial. E sentirmos o perdão dele envolvendo a nossa alma é uma das experiências espirituais mais gloriosas que alguém pode ter. E isso está ao alcance de cada um de nós, em Cristo, se realmente o quisermos. É Deus, por seu amor e graça, quem nos capacita a perdoar. "Se o seu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele, mostre-lhe o erro. Se ele o ouvir, você ganhou seu irmão. Mateus 18:15.

3.1.14

Aprenda a viver o agora

TEMA: Aprenda a viver o agora Texto BASE : 2 Cron 12. Vivemos hoje no século XXI, uma cultura do deixarei para fazer amanhã, tudo o que poderia fazer hoje. Profetas e profetizas dizem por ai “Eis que te digo e assim acontecerá...” (Pensamos que a palavra e as promessas de Deus, somente em uma relação futurística, cabalística, sei lá). Pode-se observar que grande parte do A.T o Eterno Deus se manifesta no agora, no plano presente. Com a velocidade que o mundo atual se desenvolve, nós precisamos aprender a tomar decisões rápidas e consistentes, mas todas elas na direção de Deus, a hora é já, observe o pensamento de grande parte da população, veja senão é este o quadro. Quando chegar em janeiro... Deixa passar as festas... E tomo a decisão... Depois eu penso neste problema. Precisamos entender que nossa postura hoje contra Deus, trará conseqüências instantâneas e imediatas, MEU AMIGO SE A POSTURA NÃO É AFAVOR ELA É CONTRA, apesar de óbvio parece que esta verdade esta obscura em nossas mentes. Confrontemos isto na bíblia II Crônicas 12:5 5 - Então veio Semaías, o profeta, a Roboão e aos príncipes de Judá que se ajuntaram em Jerusalém por causa de Sisaque, e disse-lhes: Assim diz o SENHOR: Vós me deixastes a mim, por isso também eu vos deixei na mão de Sisaque (Príncipe do Egito). Amados não se engane, a decisão de Deus é imediata. Ele deixa na hora, o nosso Deus jamais fica em cima do muro, Ele não protela. Amado as conseqüências pela ausência de Deus em nossas vidas são imediatas, a 1º - primeira delas é que perdemos a intimidade com o Pai naquele instante, 2º Nos tornamos presa indefesas de satanás ficamos, sem proteção. Vejamos em II Crônicas 12:9 9 - Subiu, pois, Sisaque, rei do Egito, contra Jerusalém, e tomou os tesouros da casa do SENHOR, e os tesouros da casa do rei; levou tudo; também tomou os escudos de ouro, que Salomão fizera. Escudos de Ouro proteção divina, é trocada por escudos de bronze proteção humana. Passamos a confiar em nossos braços. Nos cercamos de todos os artifícios humanos, para tentarmos viver, plano de Saúde, seguros de todas as formas, alimentos dietéticos, alguns bebem urina, e coisas semelhantes para terem uma sobrevida, mas conforme Salmos 127:1-2 (Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono. Inútil vos será comer o pão das dores, (O pão de lágrimas, também chamado pão da adversidade ou pão de dores ou pão de angústia (Is 30.20), tem propriedades terapêuticas e é indicado em caso de profunda crise de fundo religioso e moral. Esse pão de lágrimas dissolve o orgulho, o compromisso pecaminoso, a incredulidade, a rebelião. E recoloca o paciente nos caminhos do Senhor. Pão de lágrimas nada mais é do que aquele pequeno ou longo período de confusão mental, de desassossego, de tristeza íntima, de medo, de desalojamento, de enfermidade, de reveses sérios na família, de apreensões econômicas bastante aflitivas, de incerteza. O próprio salmista sabe o que é comer o pão de lágrimas ou beber o copo de lágrimas: “Minhas lágrimas têm sido o meu alimento de dia e de noite” (Sl 42.3). As l´grimas nos conduzem a direção do Eterno, você já observou, que por quanto mais incrédulo seja o homem natural, no momento de desespero e de dor ele sempre se volta para Deus? Este princípio divino na programação humana é para que sempre exista a possibilidade do homem, vir a ouvir e se voltar para Deus. “Ouça o ,Vinde a mim...” Está é e deve Sr a decisão mais rápida, esperta sensata e correta que você deve tomar em 2014, amado volte-se para Deus e deixe Ele guiar sua vida e suas decisões. Amém! Seu amigo, professor e seminarista Fatimo S. Junior, “cortando a cabeça da Serpente.”

5.11.13

É preciso ter ÉTICA

“Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos nem à igreja de Deus” (1 Co 10.32). Ética é a ciência que trata da conduta humana, dos direitos e deveres do homem na sociedade em que vive. Acerca da missão ética da Igreja consoante ao Estado, à família, e à própria comunidade cristã, relaciona-se aos costumes ou práticas sociais de um povo. Na Igreja, a ética consiste nos “modus operandi” que são os conceitos que determinam o certo e o errado, o modo de agir e pensar de acordo com as escrituras do cristão. A ética cristã tem por finalidade moldar a vida do crente dentro dos princípios que levam a um viver pleno de virtudes, valores morais e espirituais, segundo as Escrituras e a ação do Espírito Santo em nosso ser. A ética da Igreja baseia-se no caráter de Deus, segundo o que está revelado na Bíblia. No Antigo Testamento, estão os princípios divinos que norteiam o comportamento humano. Jesus confrontou o legalismo hipócrita dos escribas e fariseus quanto à Lei, a espiritualidade e a vida material. Ele objetivava destacar as normas éticas e morais do Antigo Testamento sob uma nova perspectiva, que é a continuação da revelação divina através do Novo Testamento, Jesus se portava de uma maneira didática e pedagógica ante ao povo as autoridades e aos seus seguidores, parafrasenado Paulo Freire um verdadeiro agente facilitador do processo cognitivo de todos aqueles que ouviam as suas mensagens ou presenciam o seu agir, Cristo de fato era um educador na essência da sua palavra, conforme diz a apostila referenciando um pensamento de E.C.Mckenzie “ Os bons exemplos têm duas vezes o valor dos bons conselhos”, Jesus conseguia desvencilhar a prática educativa da visão de sala de aula ou como apresentou Paulo Freire a educação bancária como o agente educador ser o proprietário de todo o conhecimento, Cristo levava em conta o empírismo do povo na questão de autoavalição em sua conduta individual, isto fica bem, claro, no tocante a passagem de joão cap 8 de 1 ao 11, quando fariseus inexcrupulosos dotados de uma religiosidade exemplar apanham a mulher no ato do adultério, desprezando o homem no ela estava envolvida no ato, a levam a Jesus presunçosos e cheios de certezas, são levados a uma auto reflexão e análise profunda de sua vida, e chegando ao máximo do aprendizado que é a cognição e o entendimento perfeito de quão suja também eram as suas vidas, ali naquele momento único, Jesus o Cristo, faz valer de fato a importância , da Igreja e do educador na sua questão ética de vida. Como Jesus é Deus e a ética é algo inerente ao seu caráter e um de seus atributos morais, logo Ele é a fonte que emana a ética para a humanidade. É preciso deixar bem claro que dentro de uma ética educacional cristã o educador é participante atico e efetivo na construção do conhecimento de seu educando, na verdade no sentido amplo da palavra e na visão cristocentrica é o mundo em plena conformidade com o livro de Mateus no cap 28 vers 19 parte a “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações”, fazer discípulos é formar discipulos, que é ensinar aos discípulos que na verdade é educar os discípulos, tem-se então um papel muito nobre para o educador cristão que é fazer a vontade de nosso pai que esta nos céus.

30.10.13

Como Na Primeira Vez

Faz-me morrer pras coisas desse mundo Faz esquecer das coisas que me afastam de Você Teu nome é como unguento derramado em minhas feridas Que me cura e restaura a alegria Do Teu perdão é tudo que eu preciso Cura minha alma Restaura o meu sorriso E quando Tu chegas fica tudo colorido Fica tudo colorido Faz outra vez (3x) Como na primeira vez Faz outra vez (3x) Como na primeira vez Surpreenda-me de novo, Rei dos reis Como na primeira vez Como na primeira vez Surpreenda-me de novo, Rei dos reis Como na primeira vez

29.9.13

Título: Ninguém me ama como Tu.

Texto Bíblico: João 3:16. " Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." Tema: Que amor é este? Introdução A intensidade do amor de Deus, não pode ser dimensionada pela capacidade natural humana de amar, neste texto de João 3:16, chamado de texto áureo da bíblia, Deus o criador, se derrama ao demonstrar o seu amor pela sua maior criação, o homem. Analisaremos cinco pontos neste versículo que revelam a expressão máxima do amor de Deus ao homem, relatado na sua perfeita revelação. I - Ele amou - " Porque Deus amou o mundo..." II - Que amor é este que é tão intenso - "... de tal maneira..." III - Que amor é este que é sacrificial - " ... que deu seu Filho unigênito..." IV - Que amor é este que cuida, que não é excludente - "...para que todo aquele que nele crê, não pereça..." V - Que amor é este que se derrama como dádiva eterna - "... mas tenha a vida eterna." Conclusão. Note que a condição fundamental para se validar este amor em sua própria vida é crer em Jesus Cristo, como senhor e salvador de sua vida, depositando de fato nele todas as suas necessidades e ansiedades, tendo realmente o Senhor Jesus Cristo como um pai amoroso, zeloso e amigo. Sem amor ninguém anda em santidade. Sem amor ninguém verá a Deus. Para ver a Deus é preciso amar a Jesus. (como amar a Jesus?) Para ver a Jesus é preciso também amar ao próximo como a si mesmo.

19.9.13

PLANEJAMENTO PARA ESCOLA BÍBLICA

Objetivo Geral - Discutir o planejamento educacional cristão apartir de um modelo de planejamento semestral da Escola Bíblica Dominical, apresentado na aula de Planejamento de Ensino. Objetivos Específicos - Descrever um modelo de planejamento educacional; - Implementar uma cultura de planejamento antes de ações educativas; - Avaliar o desempenho antes, durante e após a aplicação do planejamento; - Revisar o planejamento de modo a otimizar a sua utilização Delimitação da ação - Os estudos e aplicação deste trabalho serão aplicados no âmbito sala de aula e igreja local. Estrutura - Será realizada uma abordagem Behaviorista, com uma tendência natural de se observar os padrões comportamentais desejados através de várias inferências de condicionamentos, respeitando o ritmo de aprendizagem individual para que os resultados sejam alcançados. E dentro de uma visão cognitivista não serão desprezadas as influências de Piaget e Vigótsky, onde observaremos que o aprender e o fazer cognitivo são construídos por meio de uma interação com o meio e que também que o aprender é um fenômeno social. O Modelo de Moore e Kearsley, representado na figura abaixo, tem como base a teoria dos sistemas, behaviorista e a teoria da comunicação e informação e será utilizado como base inicial e estrutural para este projeto

7.8.13

DEVE UMA IGREJA BATISTA PRATICAR GOVERNO DEMOCRÁTICO? >>FONTE: Palavra Prudente. www.palavraprudente.com.br (Acesso e Adaptação Em: 02/07/2013). *Escrito Por: Laurence Anson Justice. *Tradução: Albano Dalla Pria. *Revisão: David C. Gardner, 06/2009. Atualmente muitos Batistas NÃO entendem o governo da Igreja ou nunca ouviram falar dela. Esse termo refere-se à teoria e à forma de governo praticada na Igreja. O sistema de governo de algumas Igrejas pode ser descrito como uma autocracia. Sob esse tipo de governo eclesiástico, o governo supremo é exercido por um indivíduo. A organização governamental do Catolicismo Romano é uma autocracia, na qual o papa governa a Igreja. Algumas Igrejas, como a dos Presbiterianos, são governadas por uma oligarquia. Essa é uma teoria e forma de governo em que o poder de decisão pertence a poucas pessoas. Um grupo comanda a Igreja e toma suas decisões. Essas Igrejas possuem os seus “presbíteros” que governam. A teoria e forma de governo praticado nas Igrejas Batistas são chamadas democracia e esse é um governo no qual o poder é retida por toda a congregação e é exercido diretamente ou indiretamente por ela. Democracia significa “Governo do Povo”. É uma forma de governança da Igreja em que a autoridade suprema está confiada às pessoas, os membros da Igreja. Essa organização política também é chamada de governo congregacional da Igreja. Segundo o governo congregacional da Igreja, pertence à congregação a responsabilidade direta de governar a Igreja e a autoridade final está no voto dos membros. Em um governo democrático ou congregacional, todos os membros da Igreja são Iguais e possuem o direito Igual para se manifestar nas decisões de todo o corpo. Dizer que todos os membros da Igreja são Iguais NÃO significa que NÃO há Líderes na Igreja. Existem os oficiais da Igreja, mas NÃO se atribui poder de governar a ninguém, se não à congregação. Os diáconos da Igreja NÃO legislam nem regulamentam a Igreja. Os diáconos NÃO criam diretrizes para a Igreja. A Igreja faz suas diretrizes. O termo “Diretoria de Diáconos” é um termo Anti-Bíblico e Perigoso para uma Igreja usar. Esse termo, além de NÃO se encontrar nas Escrituras, também expressa um conceito Não-Bíblico, em que um grupo de diáconos (Uma “Oligarquia”) governa e controla a Igreja. O conceito da diretoria ou da junta é advindo do mundo empresarial em que uma junta faz as decisões. O termo diácono quer dizer servo. Os diáconos Não dirigem a Igreja Nem tomam decisões ou atuam por ela, a menos que a Igreja os instrua a isso. Sempre que a autoridade em uma Igreja é assumida por uma pessoa ou um grupo, essa Igreja deixa de praticar um governo eclesiástico neotestamentária e, assim, deixa de ser Batista em sua governança. QUAL ERA O GOVERNO ECLESIÁSTICO PRATICADA NAS IGREJAS DO NOVO TESTAMENTO? Os Batistas acreditam que o padrão e norma de governo eclesiástico são claramente revelados no Novo Testamento. Este padrão do Novo Testamento é o que deveria ser seguido pelas Igrejas em todos os tempos. Muitos daqueles que NÃO leram cuidadosamente o livro de ATOS têm muitas perguntas sobre as práticas democráticas das Igrejas Batistas. Quando consultamos o Livro de Atos dos Apóstolos, verificamos que, no Novo Testamento, havia só um tipo de governo na Igreja e esse era a democracia. Em ATOS 6, a governança democrática da primeira Igreja é claramente revelada. ATOS 6:1-7 relata a seleção dos primeiros diáconos pela Igreja. Nessa seleção, todos os membros da Igreja tinham um voto igual para escolher seus oficiais, que os deveriam servir. O Versículo 2 diz que os apóstolos, “convocando a multidão dos discípulos”, então falaram à congregação inteira, no versículo 3, “escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação”. Escolhei dentre vós ou literalmente escolham dentre vocês. Então, está escrito em ATOS 6:5: “E este parecer contentou toda a multidão”. Toda a Igreja estava em acordo unânime na seleção desses diáconos. O Versículo 5 continua e diz, “Elegeram Estevão” etc. A congregação, a Igreja inteira, escolheu os diáconos. Embora os apóstolos estivessem presentes, a Igreja toda elegeu seus diáconos porque o governo da Igreja neotestamentária é congregacional e todo membro da Igreja, homem ou mulher, tem o direito de votar nas decisões dela. Depois de listar os nomes desses sete homens, o Versículo 6 continua e diz: “E os apresentaram ante os apóstolos”. A Igreja NÃO apenas nomeou esses homens aos apóstolos. Eles os trouxeram à presença dos apóstolos como as pessoas que eles tinham escolhido para serem ordenados. Os primeiros oficiais escolhidos nos primórdios da Igreja foram os diáconos. Uma Igreja de acordo com as escrituras, uma Igreja Batista, escolhe seus próprios oficiais. Escolhe seu pastor. Uma Igreja NÃO pode dizer a seu pastor o que pregar porque a mensagem do pastor é advinda de Deus em Sua palavra. Mas a Igreja pode dizer ao pastor se ele pode pregar. O pastor somente prega com o consentimento dos membros. Todo líder em uma Igreja Batista é eleito pela Igreja: seja pelo assistente da Escola Dominical, o Líder de Música ou quem quer que seja. Todo líder é escolhido pela Igreja. Assim ATOS 6:1-7 é um exemplo de governo congregacional nas Igrejas do Novo Testamento. Outros exemplos de governo democrático das Igrejas em Atos dos Apóstolos são Abundantes. Um deles é o caso em que a Igreja seleciona um sucessor para Judas. ATOS 1 conta-nos que os 120 membros da Igreja primitiva, depois de orar, elegeram um homem chamado Matias para substituir Judas nesse ofício de apóstolo. Ao final da primeira viagem missionária de Paulo, ele e Barnabé trouxeram informação à Igreja inteira de Antioquia que os tinha enviado em primeiro lugar. NÃO trouxeram informação a qualquer junta ou a algum indivíduo específico, mas à “Igreja”, que estava reunida. Veja comigo ATOS 14:26-27. “E dali navegaram para Antioquia, de onde tinham sido encomendados à Graça de Deus para a Obra que já haviam Cumprido. E, quando chegaram e reuniram a Igreja, relataram Quão Grandes Coisas Deus fizera por eles, e como Abrira aos gentios a Porta da Fé”. Em ATOS 15:22, quando surgiu a discussão se deveria ou NÃO ser exigido a circuncisão dos gentios antes que pudessem ser salvos, “toda a Igreja” discutiu o assunto por completo e então decidiu sobre ele. “Então pareceu bem aos apóstolos e aos anciãos, com toda a Igreja, eleger homens dentre eles e enviá-los com Paulo e Barsabás” e eles lhes enviaram lá para que lhes contassem a qual decisão a Igreja havia chegado. NÃO há nenhuma evidência, no entanto, de que no Novo Testamento as Igrejas tivessem quaisquer “presbíteros” ou qualquer outra classe oficial ou oligarquia que tenha cuidado dos negócios da Igreja. O poder de governo em uma Igreja do Novo Testamento NÃO está nas mãos de uma junta de presbíteros ou de um bispo regional, mas nas mãos das pessoas, dos membros da Igreja. A Igreja, significando todos os seus membros, chama os pastores, elege os diáconos, planeja os orçamentos, constrói os edifícios e toma conta de qualquer que seja o negócio que a Igreja possa ter. O grande perigo dessa doutrina Presbiteriana de um comitê de leigos chamados presbíteros que regem uma Igreja é que ela destrói o conceito neotestamentária de governo congregacional e democrático na Igreja! COMO UMA IGREJA BATISTA CHEGA A SUAS DECISÕES? A congregação de uma Igreja Batista chega a suas decisões discutindo e depois votando a respeito de cada assunto. O Senhor Jesus Cristo, a grande cabeça da Igreja, responsabiliza os membros buscarem, conhecerem, e fazerem Sua vontade nos assuntos da Igreja. Isso requer oração e examinação das escrituras e esperando em Deus e estando informado a respeito dos fatos. A votação é o modo pelo qual cada membro expressa a vontade de Deus como ele ou ela entende essa vontade em relação aos negócios da Igreja. Na seleção dos diáconos, em ATOS 6, foi consultada a Igreja inteira e, de algum modo, expressaram a aprovação deles para esses sete homens. De alguma forma os membros daquela Igreja primitiva votaram nesses homens. Uma democracia Batista vota! Vota para ocupar os seus cargos, vota para receber os membros na Igreja, vota para batizar novos convertidos, vota para resolver problemas entre irmãos na Igreja, vota para disciplinar seus membros. Uma Igreja Batista chega a suas decisões conversando sobre os assuntos e, depois, votando. QUEM PODE VOTAR EM UMA IGREJA BATISTA? Quem é qualificado a participar no governo da Igreja? Jovem ou velho, rico ou pobre, educado ou ignorante, cada membro da Igreja tem o direito de se expressar e a Igreja tem o direito de aceitar ou rejeitar o que aquele membro diz. A Membresia em uma Igreja Batista dá a cada membro o direito a voz e voto sob o Senhorio de Jesus Cristo. O direito de voto de uma pessoa na Igreja NÃO depende da sua idade ou qualquer outra coisa, a NÃO ser o fato de ser membro da Igreja. Às vezes as pessoas dizem que NÃO acreditam que membros que são crianças devem votar nas sessões de negócios da Igreja. Dizem que as crianças são muito jovens para saber como deveriam votar ou que as crianças tendem a votar como seus pais votam. Mas se uma criança tem idade suficiente para ser salva e para ser um membro da Igreja, então tem idade o bastante para desfrutar de todos os direitos e privilégios da membresia. Todo membro tem o direito de votar! E, a propósito, o que há de errado com o fato de as crianças votarem como seus pais? NÃO foi o próprio Deus que deu aos pais a responsabilidade de guiar seus filhos e treiná-los quanto ao modo que deveriam caminhar? Escute! Sob a autoridade de Cristo e a orientação do Espírito Santo, até mesmo uma criança é capaz de determinar o que deveria dizer ou fazer. Uma Igreja Batista, se segue as escrituras em sua forma de governar, é uma democracia que chega as suas decisões através do voto de seus membros, todos os seus membros. Alguém disse corretamente que uma Igreja Batista é a mais pura forma de democracia sobre a terra. O poder governamental de uma Igreja Batista está nas mãos dos membros, pois o governo eclesiástico do Novo Testamento é a democracia. É essencial que percebamos aqui que o governo congregacional da Igreja só consegue operar apropriadamente quando todos os membros são salvos. Quando uma pessoa é salva, o Espírito Santo vem e habita nessa pessoa. O Espírito Santo habita e opera em todo cristão e NÃO só nos líderes da Igreja. Uma vez que o Espírito Santo habita em todo cristão, todo cristão deveria ter o privilégio de fazer conhecida a vontade de Cristo da forma que o Espírito Santo a fez conhecida a ele. Todo membro da Igreja deve reconhecer que cada outro membro também possui o Espírito Santo e que só se pode chegar a uma conclusão final sobre a vontade de Deus quando os pontos de vista foram comparados. Todos os membros devem ter, então, mente aberta e devem estar prontos para ter as suas próprias idéias e opiniões discutidas e estar prontos a receber esclarecimento no que diz respeito a essas idéias e opiniões. A democracia do Novo Testamento pressupõe que o Espírito Santo de Cristo habita em todo membro, portanto, membros NÃO salvos ou NÃO regenerados é um problema sério na Igreja. J. L. Dagg, o primeiro escritor teológico da Convenção Batista, disse, no seu livro sobre a ordem da Igreja, que “A democracia ordenada por Deus em uma Igreja Batista NÃO é adaptada aos pastores ímpios e membros Não-Regenerados. Só é apropriado a cristãos unidos em amor fraternal e que se empenham juntos para glorificar a Deus. O governo democrático da Igreja foi projetado para homens santificados pelo Espírito Santo”. POR QUE OS BATISTAS VOTAM A RESPEITO DOS NEGÓCIOS DE SUAS IGREJAS? Nós os Batistas NÃO tiramos nossas convicções e práticas do nada. Nós NÃO sentamos e inventamos um sistema de governo de Igreja que pensamos ser o melhor. Simplesmente tentamos praticar o que encontramos na palavra de Deus no Novo Testamento. Os Batistas votam na Igreja porque as Igrejas do Novo Testamento são instituições democráticas e para uma decisão ser feita deve haver uma maneira de os membros expressarem as suas opiniões. Por isso, votamos. Na verdade, o único modo para um corpo democrático poder expressar a sua vontade é através de alguma forma de voto. Os Batistas votam a respeito de tudo relacionado à Igreja. Votamos para ver se devemos batizar um novo convertido. Pedro perguntou, em ATOS 10:47, com relação ao recém-convertido Cornélio “pode alguém porventura recusar a água, para que NÃO sejam batizados estes...?”. Ele primeiro levantou o voto negativo aqui. As únicas pessoas a quem Pedro poderia estar se dirigido quando fez esta pergunta eram os seis homens que ele tinha trazido com ele de Jope. Votamos para receber os membros na Igreja. Em ROMANOS 14:1, Paulo disse aos membros da Igreja em Roma, “quanto ao que está enfermo na Fé, recebei-o” querendo dizer que o recebesse na sua comunhão e o tratasse como um irmão Cristão, embora ele fosse fraco na Fé. “Recebei-o” aqui NÃO é endereçado aos presbíteros, mas à Igreja (ROMANOS 1:7). Votar é modo de os Batistas expressarem sua vontade quanto ao recebimento de pessoas na Igreja. Os Batistas, às vezes, votam para NÃO receberem membros na Igreja. Se NÃO houvesse algum modo de dizer quem pode e quem NÃO pode se juntar à Igreja, então bêbados, ladrões, adúlteros e outras pessoas desqualificadas poderiam se unir à Igreja. O próprio apóstolo Paulo NÃO teve permissão para se juntar à Igreja em Jerusalém até que fosse feita uma investigação e ele fosse adequadamente recomendado por um dos membros. Veja ATOS 9:26-28: “E, quando Saulo chegou a Jerusalém, procurava ajuntar-se aos discípulos, mas todos o temiam, NÃO crendo que fosse discípulo. Então Barnabé, tomando-o consigo, o trouxe aos apóstolos, e lhes contou como no caminho ele vira ao Senhor e lhe falara, e como em Damasco falara ousadamente no nome de Jesus. E andava com eles em Jerusalém, entrando e saindo”. A ação de Barnabé aqui era equivalente hoje à declaração “proponho que o aceitemos”. A Igreja NÃO só decide quem se juntará à sua comunhão, mas também quem será desligado. Paulo lidera as Igrejas, em 2 TESSALONICENSES 3:6, para apartar-se daqueles que caminham de maneira desordenadamente. Os Batistas votam para que as pessoas se tornem membros da Igreja porque nós as queremos dentro, e nós votamos para que as pessoas apartam-se da Igreja porque nós as queremos fora. Os Batistas votam a respeito de tudo. A razão pela qual os Batistas NÃO têm presbíteros, como um comitê leigo para governar a Igreja, é porque isso vai contra a própria natureza verdadeira de governo da Igreja no Novo Testamento. Isso vai contra nossas próprias convicções básicas Batistas sobre governo congregacional da Igreja. QUAIS OS PRINCÍPIOS IMPORTANTES QUE OS MEMBROS DA IGREJA DEVERIAM SABER EM RELAÇÃO AO FUNCIONAMENTO DA DEMOCRACIA EM SUAS IGREJAS? O governo congregacional requer reuniões regulares da Igreja para tratar de seus negócios. Sei que às vezes pode ser tedioso e enfadonho e às vezes agravante ter que escutar aqueles desnecessariamente detalhistas e as pessoas que querem dominar a conversa, mas está nas Escrituras que se deve manter o governo da Igreja de um modo democrático e, para tanto, são necessárias as reuniões regulares de negócios da Igreja. A Igreja em Jerusalém, a primeira Igreja, tinha reuniões de negócios. Em ATOS 1, elegeram um sucessor para Judas, como apóstolo. Em ATOS 6, elegeram os diáconos para a Igreja. Em ATOS 10, votaram de batizar Cornélio e os outros convertidos. ATOS 11:1-8 nos conta como os membros da Igreja em Jerusalém repreenderam o apóstolo Pedro por pregar aos gentios. ATOS 13:1-3 nos conta como a Igreja em Antioquia, em uma reunião para decidir sobre seus negócios, enviou Barnabé e Saulo como missionários. E em ATOS 15:22 conta-nos que a congregação inteira, em Jerusalém, em uma reunião sobre seus negócios, aparentemente escolheu alguns homens e os enviou com Paulo e Barnabé para Antioquia para informarem a respeito das suas deliberações sobre um assunto importante. Uma das grandes fraquezas da forma congregacional de governo da Igreja é a falta de comparecimento de membros da Igreja às reuniões de negócios da Igreja. Os membros deveriam aprender algo a respeito das regras de etiqueta escritas e NÃO escritas de comportamento nas reuniões de negócios da Igreja. Nossa Igreja adotou as Regras de Ordem de Roberts como nosso guia para condução das reuniões de negócios da Igreja. Estas regras de procedimento parlamentário foram escritas por Henry Roberts, em 1876, depois de perder o controle de uma reunião Batista em sua Igreja uma noite. As Regras de Ordem de Roberts ajudam a assegurar que os negócios da Igreja serão conduzidos de maneira ordenada, justa e eficiente. CADA MEMBRO DEVERIA VOTAR DE MANEIRA INTELIGENTE E como pode um membro votar de maneira inteligente? Pode fazer isso mantendo-se informado a respeito dos assuntos nos negócios da Igreja. Ele faz isso escutando os anúncios nos cultos da Igreja, lendo os jornais e os boletins da Igreja cuidadosamente, comparecendo às reuniões de negócios da Igreja e fazendo perguntas individualmente ao pastor, aos membros do comitê e outros líderes envolvidos. Muito tempo poderia ser economizado em reuniões de negócios da Igreja e muita discordância e desafetos poderiam ser evitados se os membros buscassem informações e respostas individualmente a respeito dos assuntos de negócio. Quando uma decisão for tomada por meio do voto, todos os membros têm que cumprir o desejo da maioria. Quando o desejo da maioria é manifestado, torna-se o dever da minoria submeter-se e NÃO tentar minar a decisão da Igreja. A minoria é tão responsável quanto a maioria a cumprir a decisão da Igreja. Da mesma maneira devem agir aqueles que estavam presentes mas NÃO votaram. E assim também devem agir aqueles que nem mesmo compareceram à reunião dos negócios da Igreja. Deveríamos fazer tudo que pudéssemos para garantir ação unânime nos negócios da Igreja. A maioria governa em uma Igreja Batista, porém é o ideal que haja uma maioria simples. A unanimidade é mais freqüentemente, do que menos freqüentemente, presente quando o Espírito Santo conduz os membros. Como alcançamos esta unanimidade na Igreja? Trabalhamos para isto com paciente aguardo, oração e persuasão. Essas coisas irão normalmente se subjugar aos membros discordantes. CONCLUSÃO As Igrejas Batistas são Igrejas congregacionais, democráticas no seu governo. A administração dos negócios de uma Igreja Batista está sob o comando de Cristo, nas mãos dos membros dessa Igreja. Agradeça a Deus pela organização política democrática da Igreja que Ele prescreveu, no Novo Testamento, para as Suas Igrejas. Sejamos, então, determinados e comprometidos como membros de uma Igreja de Jesus Cristo para utilizar e manter o governo democrático em nossa Igreja! ___________ Laurence Anson Justice pastoreia a Igreja Batista Victory, na Cidade de Kansas, Missouri, Estados Unidos (EUA). Ele obteve seus graus acadêmicos na Universidade Batista de Oklahoma e no Seminário Teológico Batista Southwestern. Ele pastoreou em Oklahoma, Wyoming, Alabama e Illinois. É casado com Lyndy Eddy, de Searcy, Arkansas, e é pai de três filhos. Outras de suas publicações incluem: “Pequeno Alcatraz”, “Música na Igreja”, “Por que Deus, por quê”, “Pentecostalismo”, “Deve uma Igreja Batista ter Presbíteros”, “Deve uma Igreja Batista Reconhecer o Batismo Estranho”, “Deve uma Igreja Batista Abraçar o Pentecostalismo”, e “Deve uma Igreja Batista Ordenar Mulheres como Diáconos”.

3.8.13

Tema Visões de Deus -

Texto: Ezequiel 1.1 e 1.28 Saudação. O evento citado no vers. 1 ocorreu por volta do ano 585 a.C, é interessante que o Rei Joaquim , Rei de Judá, rende-se voluntariamente a Babilônia, nós sempre nos entregamos voluntariamente ao pecado A situação de estar cativos na Babilônia é da desobediência a palavra de Deus. Cativeiro = pecado, para os filhos de Deus Exílio é momento de purificação. Deus mostra para o profeta Ezequiel que ele age na vida do homem não se importando a situação que ele esteja vivendo. Todas as vezes que o Eterno age na vida do homem ele cria marcos importantes, por exemplo no trigésimo ano... vers 1. Ex: Apóstolo Pedro e seu irmão (André) quando se encontraram com Jesus em Mateus 4-20, eles largaram as suas atividades (as redes) e seguiram a Jesus. Ap. Paulo Atos 9 v.3 – Deixou de perseguir. O encontro com Jesus fará com que você abandone questões que você entende como importantes. Quais são as visões de Deus que você tem visto. Que caminho Deus quer você trilhe? Crente ou não querido, o que Deus quer de você? Amado não importa a situação que você tenha vivido. Não importa em que momento de vida você se encontre, note bem o profeta Ezequiel estava em meios aos cativos, preso no cativeiro e mesmo assim ministrava a palavra de Deus a beira do rio Kebar, e quando nós fazemos a vontade de Deus os céus se abrem. Nesta palavra abordaremos três princípios que Deus tem para gerar vida na sua vida. Primeiro princípio quer ver os céus se abrirem? Faça a vontade de Deus. Querido você já consegue identificar a visão de Deus para você e sua família? Amado toda dificuldade ou crise que possa estar vivendo é preparo de Deus para o que pode vir acontecer, no caso do profeta Ezequiel, Deus sabia que ele iria ficar viúvo Ez 24.1 Segundo princípio que tudo o que acontece com você passa pelo crivo do Deus Eterno- Ez 24.16 Jesus sabia que passaríamos por dificuldades e aflições, e toda vida passa pela dor. (parto). Terceiro princípio e último desta ministração .Ver visões de Deus te leva para um caminho de humilhação Ez 1:28. A humilhação permite que nós ouçamos a Deus e ouvir a Deus gera em nós um novo coração.

12.7.13

Mudança de Direção.

É claro que somos as mesmas pessoas Mas pare e perceba como o seu dia-a-dia mudou Mudaram os horários, hábitos, lugares Inclusive as pessoas ao redor São outros rostos, outras vozes Interagindo e modificando você E aí surgem novos valores, Vindos de outras vontades, Alguns caindo por terra, Pra outros poderem crescer Caem 1, 2, 3, caem 4, A terra girando não se pode parar Outras situações Em outras circunstâncias, Entre uma e outra as vezes Se vêem os mesmos defeitos, Todas aquelas marcas Do jeito de cada um

22.6.13

“Tudo o que a gente precisa na vida da gente é sentir a presença de Deus”

Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão. Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas. 1 Timóteo 6:11-12 Como sentir a presença de Deus ela ação direta do Espírito Santo, percebendo através de 4 pontos, abaixo: Primeiro – conhecendo a Deus por meio de Jesus, saber quem ele é. (Jo 10:27). Segundo – Sendo sensível ao Espírito Santo (Atos 16:6), Paulo e Silas foram impedidos de fazer aquilo que aos seus olhos e ao nossos era corretamente certo, ouviram a voz do Espírito Santo e obedeceram. Quantas vozes falam hoje em nossa mente, A voz de Deus, A voz do diabo, A voz da multidão e a do meu interior, será que consigo discerni-las? Terceiro – Tendo comunhão com Ele e com sua igreja. (I Cor 12:12), ninguém vive sozinho. Quarto e não último chegar a maior idade glorificando, servindo e amando ao Senhor. (1 Timóteo 6:11-12).

10.6.13

1ª e 2ª Criação ou Criação e Re-Criação

Gênesis 1:1-3 Há muitas interpretações para os três primeiros versos da Bíblia, mas mencionaremos brevemente as três mais popularmente sustentadas pelos evangélicos. Não gastaremos muito tempo aqui, pois nossas conclusões não serão finais e as diferenças têm pouca influência na aplicação do texto. Deixe-me começar simplesmente dizendo que nós, que somos chamados pelo nome de Cristo, devemos, no final das contas, tomar Gênesis 1:1 ao pé da letra, pela fé (Hb. 11:3). 1ª opinião: A Teoria da Recriação (ou lacuna). Esta opinião sustenta que Gênesis 1:1 descreve a criação original da terra, anterior à queda de Satanás (Is. 14:12-15, Ez. 28:12s). Em conseqüência da queda de Satanás a terra perdeu seu estado original de beleza e glória e se encontrou no estado de caos de Gênesis 1:2. Essa “lacuna” entre os versos 1 e 2 não só ajuda a explicar o ensino a respeito da queda de Satanás, mas também permite um considerável período de tempo, o qual ajuda a harmonizar o relato da criação com as modernas teorias científicas. Esta teoria sofre de uma série de dificuldades.32 2ª opinião: A Teoria do Caos Inicial. Brevemente, esta opinião sustenta que o verso um seria uma frase introdutória independente. O verso 2 descreveria o estado da criação inicial como sem forma e vazia. Em outras palavras, o universo é como um bloco bruto de granito antes do escultor começar a moldá-lo. A criação não está em mau estado em conseqüência de alguma queda catastrófica, mas simplesmente em seu estado informe inicial, como um monte de barro nas mãos do oleiro. Os versos 3 e seguintes começam a descrever o trabalho de Deus e a modelagem da massa, transformando-a do caos no cosmos. Muitos estudiosos respeitáveis sustentam esta posição.33 3ª opinião: A Teoria do Caos Pré-Criação. Nesta opinião (sustentada pelo Dr. Waltke) o verso um ou é entendido como uma oração independente (“Quando Deus começou a criar...”) ou como um enunciado introdutório independente e resumido (“No princípio criou Deus...”). O relato da criação resumido no verso 1 começa no verso 2. Esta “criação” não é “ex nihilo” (do nada), mas por causa das coisas existentes no verso 2. De onde isto vem não é explicado nesses versos. Em conseqüência, esta opinião sustenta que o estado caótico não ocorre entre os versos um e dois, mas antes do verso um numa época não especificada. A origem absoluta da matéria é, então, não o objeto da “criação” de Gênesis 1, mas apenas o princípio relativo do mundo e da civilização como a conhecemos hoje. 34 Podemos resumir as diferenças entre esses três pontos de vista na figura abaixo:35 Os Seis Dias da Criação (1:1-31) É importante reconhecer que os versos 2 a 31 nada mais são do que uma pequena expansão do verso um. Eles não explicam completamente a criação (certamente não do modo científico - quem teria se preocupado com isso durante todos esses anos?). Nem a provam, pois, no final das contas, isto é uma questão de fé. Os fatos sobre os quais esta fé deve ser baseada simplesmente são afirmados. Parece haver um padrão para estes seis dias da criação, como muito estudantes da Bíblia têm observado. Pode ser melhor ilustrado graficamente: Sem Forma Transformado em Forma Vazio Transformado em Habitação v. 3-5 1º Dia Luz v. 14-19 4º Dia Luminares (sol, luz, estrelas) v. 6-8 2º Dia Atmosfera (espaço superior) Água (espaço inferior) v. 20-23 5º Dia Peixes e Pássaros v. 9-13 3º Dia Plantas terrestres v. 24-31 6º Dia Animais e Homem Vendo desta maneira, os três primeiros dias cuidam da situação “sem forma” descrita em Gênesis 1:2. Os dias 4 a 6 tratam do estado de “vácuo” ou “vazio” do verso 2. Parece haver também uma correlação entre os dias 1 e 4, 2 e 5 e 3 e 6. Por exemplo, a atmosfera e a água recebem a forma de vida correspondente de pássaros e peixes, como se isto não devesse estar tão longe. Duas outras observações devem ser feitas. Primeiro, há uma seqüência nos seis dias. Fica claro que este relato está disposto cronologicamente, cada dia edificado sobre a atividade criativa dos dias anteriores. Segundo, há um processo envolvido na criação, um processo envolvendo a transformação do caos no cosmos, a desordem na ordem. Enquanto Deus poderia ter instantaneamente criado a terra tal como ela é, Ele não escolheu fazer assim. A clara impressão dada pelo texto é que este processo levou seis dias literalmente, e não longas eras. No entanto, o Deus eterno não está tão preocupado em fazer as coisas instantaneamente quanto nós estamos. O processo de santificação é apenas mais um dos muitos exemplos da atividade progressiva de Deus no mundo. O Significado da Criação para os Antigos Israelitas Antes de examinarmos a questão do que a criação deve significar para nós, devemos tratar do seu significado para aqueles que primeiramente leram estas palavras inspiradas da pena de Moisés. O propósito inicial deste relato foi para os Israelitas dos dias de Moisés. O que devem ter aprendido? Como devem ter reagido? (1) O relato da criação de Gênesis foi uma correção à cosmogonia corrompida de seus dias. Já dissemos que o Egito, por exemplo, acreditava em múltiplos deuses da natureza. Precisamos reconhecer que Israel, devido à sua proximidade e contato prolongado com os egípcios, não deixou de ser afetado por seus pontos de vista religiosos. “Agora, pois, temei ao Senhor e servi-o com integridade e com fidelidade; deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do Eufrates e servi ao Senhor.” (Js. 24:14) Não era suficiente honrar a Yahweh simplesmente como um deus, um entre muitos. Nem poderia ser concebido isso do Deus de Israel. Só Yahweh é Deus. Não há outro Deus. Ele é o criador dos céus e da terra. Ele não é simplesmente superior aos deuses das nações em derredor. Somente Ele é Deus. A tendência em se começar a confundir Deus com Sua criação foi uma parte dos pensamentos do mundo antigo. Ele deve ser honrado como o Deus da criação, não apenas Deus na criação. Todas as tentativas de se visua-lizar ou humanizar a Deus na forma de alguma coisa criada foram tendências em equiparar Deus com Sua criação. Creio que foi assim com o bezerro de ouro de Arão. (2) O relato da criação descreve o caráter e os atributos de Deus. Negativamente, Gênesis um corrige muitas concepções populares erradas a respeito de Deus. Positivamente, retrata Seu caráter e Seus atributos. Deus é soberano e Todo-Poderoso. Distintamente das cosmogonias de outros povos antigos, não há nenhuma batalha na criação descrita em Gênesis um. Deus não enfrentou forças opostas para criar a terra e o homem. Deus criou com uma simples ordem “Haja...” Há ordem e progresso. Deus não faz experiência, mas, ao invés disso, habilmente molda a criação conforme Seu projeto onisciente. Deus não é simplesmente energia, mas uma Pessoa. Ainda que devamos ficar atemorizados pela transcendência de Deus, devemos ficar também pela Sua imanência. Ele não é uma energia cósmica distante, mas um Deus pessoal sempre presente. Isto é refletido no fato de que Ele criou o homem à sua própria imagem (1:26-28). O homem é um reflexo de Deus. Nossa personalidade é simplesmente uma sombra da personalidade de Deus. No capítulo dois Deus deu a Adão uma tarefa significativa, com uma companheira como auxiliadora. No terceiro capítulo aprendemos que Deus tinha comunhão diária com o homem no jardim (cf. 3:8). Deus é eterno. Enquanto que outras criações são vagas ou errôneas no que concerne à origem de seus deuses, o Deus de Gênesis é eterno. O relato da criação descreve Sua atividade no princípio dos tempos (do ponto de vista humano). Deus é bom. A criação não teve lugar num vácuo moral. A moralidade foi tecida dentro da estrutura da criação. Repetidamente é encontrada a expressão “e era bom”. Bom implica não somente em utilidade e complexidade, mas em valores morais. Aqueles que sustentam pontos de vista ateístas sobre a origem da terra não vêem nenhum outro sistema de valores a não ser o que é sustentado pela maioria das pessoas. A bondade de Deus é refletida em Sua criação, a qual, em seu estado original, era boa. Mesmo hoje, a graça e a bondade de Deus são evidentes (cf. Mt. 5:45; At. 17:22-31). O significado da Criação Para Todos os Homens O tema de Deus como Criador é relevante através de toda a Escritura. É significativo que as últimas palavras da Bíblia sejam notadamente similares às primeiras. “Então me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da sua praça, de uma e outro margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são par a cura dos povos. Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão, contemplarão a sua face, e na sua fronte está o nome dele. Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles e reinarão pelos séculos dos séculos.” (Ap. 22:1-5) A verdade de que Deus é o Criador dos céus e da terra não é simplesmente algo para se acreditar, mas algo a que devemos reagir. Deixe-me mencionar apenas umas poucas implicações do ensinamento de Gênesis um. (1) Os homens devem se submeter ao Deus da criação em temor e obediência. Os céus proclamam a glória de Deus: “Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras de suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite.” (Sl. 19:1-2) “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.” (Rm. 1:20-21) Os homens devem temer ao Deus Todo-Poderoso da criação: “Os céus por sua palavra se fizeram e, pelo sopro de sua boca, o exército deles. Ele ajunta em montão as águas do mar; e em reservatório encerra as grandes vagas. Tema ao Senhor toda a terra, temam-nos todos os habitantes do mundo. Pois ele falou e tudo se fez, ele ordenou e tudo passou a existir.” (Sl. 33:6-9) A grandeza de Deus é evidente nas obras de suas mãos - a criação que está ao nosso redor. Os homens deveriam temê-Lo e reverenciá-Lo por Quem Ele é. “Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Senhor, Deus meu, como tu és magnificente, sobrevestido de glória e majestade, coberto de luz como de um manto. Tu estendes o céu como uma cortina, pões nas águas o vigamento da tua morada, tomas as nuvens por teu carro, e voas nas asas do vento. Fazes a teus anjos ventos e a teus ministros, labaredas de fogo. Lançaste os fundamentos da terra, para que ela não vacile em tempo nenhum. Tomaste o abismo por vestuário e a cobriste; as águas ficaram acima das montanhas; à tua repreensão, fugiram, à voz do teu trovão, bateram em retirada. Elevaram-se os montes, desceram os vales, até ao lugar que lhes havias preparado. Puseste às águas divisa , que não ultrapassarão, para que não tornem a cobrir a terra.” (Sl. 104:1-9) (2) Os homens devem confiar no Deus da criação, para prover todas as suas necessidades. “Após voltar Abrão de ferir a Quedorlaomer e aos reis que estavam com ele, saiu-lhe ao encontro o rei de Sodoma no vale de Savé, que é o vale do rei. Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; era sacerdote do Deus Altíssimo: abençoou ele a Abrão, e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo; que possui os céus e a terra; e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo. Então disse o rei de Sodoma a Abrão: dá-me as pessoas, e os bens fiquem contigo. Mas Abrão lhe respondeu: Levanto minha mão ao Senhor, o Deus Altíssimo, que possui o céu e a terra, e juro que nada tomarei de tudo o que te pertence, nem um fio, nem uma correia de sandália, para que não digas: Eu enriqueci a Abrão; nada quero para mim, senão o que os rapazes comeram, e a parte que toca aos homens Aner, Escol e Manre, que foram comigo; estes que tomem o seu quinhão.” (Gn. 14:17-24) Abrão deu o dízimo a Melquisedeque com base em sua confissão de que o Deus de Abrão era “o Deus Altíssimo, que possui os céus e a terra” (v. 19, 20). E mesmo enquanto Abrão dava o dízimo a Melquisedeque, ele se recusou a se beneficiar em qualquer aspecto financeiro do rei pagão de Sodoma, pois queria que este homem soubesse que “o Deus Altíssimo, que possui os céus e a terra” foi o Único que o fez prosperar. Nós cantamos “Ele é o dono do gado em milhares de montes... sei que ele se importará comigo.” Que boa teologia. O Deus que é o nosso Criador, é também o nosso Sustentador. Veja que Deus não concluiu o universo e então o deixou entregue a si mesmo, tal como parecem dizer. Deus mantém um cuidado contínuo sobre Sua criação. “Fazes crescer a relva para os animais, e as plantas para o serviço do homem, de sorte que da terra tire o seu pão; o vinho, que alegra o coração do homem, o azeite que lhe dá brilho ao rosto, e o pão que lhe sustém as forças. Avigoram-se as aves do Senhor, e os cedros do Líbano que ele plantou, em que as aves fazem seus ninhos; quanto à cegonha, a sua casa é nos ciprestes. Os altos montes são das cabras montesinhas, e as rochas o refúgio dos arganazes. Fez a lua para marcar o tempo; o sol conhece a hora do seu ocaso. Dispões as trevas, e vem a noite, na qual vagueiam os animais da selva. Os leõezinhos rugem pela presa, e buscam de Deus o sustento; em vindo o sol, eles se recolhem e se acomodam nos seus covis. Sai o homem para o seu trabalho, e para o seu encargo até a tarde.” (Sl. 104:14-23) O Novo Testamento dá um passo além ao nos informar que o Filho de Deus foi o Criador e continua a servir como Sustentador da criação, mantendo todas as coisas juntas: “Pois nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste.” (Cl. 1:16-17) (3) Os homens devem se humilhar diante da sabedoria de Deus evidenciada na criação. Jó sofreu muitas aflições. Mas, afinal, o suficiente foi suficiente. Ele começou a questionar a sabedoria de Deus em sua adversidade. Ao seu questionamento Deus respondeu: “Depois disto o Senhor, do meio de um redemoinho, respondeu a Jó: Quem é este que escurece os meus desígnios com palavras sem conhecimento? Cinge, pois, os teus lombos como homem, pois eu te perguntarei, e tu me farás saber. Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Dize-mo, se tens entendimento. Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel? Sobre que estão fundadas as tuas bases, ou quem lhe assentou a pedra angular, quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus?” (Jó 38:1-7). Jó foi desafiado a sondar a sabedoria de Deus na criação. Ele não podia explicá-la ou compreendê-la, quanto mais contestá-la. Como, então, Jó poderia questionar a sabedoria da obra de Deus em sua vida. Na verdade, ele não podia ver o propósito de tudo aquilo, mas sua perspectiva não era a de Deus. Deixe que, quem quer que questione a ação de Deus em sua vida contemple a infinita sabedoria de Deus como é vista na criação, e então seja silenciado e espere Nele para fazer o que é certo. Se o homem pudesse escolher refletir sobre qualquer questão, deixe-o tentar sondar a razão pela qual um Deus infinito deveria Se preocupar tanto com um simples homem: “Quanto contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres? E o filho do homem, que o visites? Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus, e de glória e de honra o coroaste.” (Sl. 8:3-5). (4) O homem deve encontrar conforto em tempos de perigo e dificuldade, sabendo que seu Criador é capaz e desejoso de livrá-lo. “Por isso também os que sofrem segundo a vontade de Deus encomendem as suas almas ao fiel Criador, na prática do bem.” (I Pe. 4:19) “Por que, pois, dizes, ó Jacó, e falas, ó Israel: O meu caminho está encoberto ao Senhor, e o meu direito passa despercebido ao meu Deus? Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga? Não se pode esquadrinhar o seu entendimento. Faz forte ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem, mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” (Is. 40:27-31) “Assim Deus, o Senhor, que criou os céus e os estendeu, formou a terra, e a tudo quanto produz; que dá fôlego de vida ao povo que nela está, e o espírito aos que andam nela. Eu, o Senhor, te chamei em justiça, tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo, e luz para os gentios.” (Is. 42:5-6) “Eu sou o Senhor, e não há outro; além de mim não há Deus; eu te cingirei, ainda que não me conheces. Para que se saiba até ao nascente do sol e até ao poente, que além de mim não há outro; eu sou o Senhor, e não há outro. Eu formo a luz, e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu o Senhor, faço todas estas cousas.” (Is. 45:5-7). (5) O homem deve responder ao Deus da criação com o louvor que Lhe é devido: “A glória do Senhor seja para sempre! Exulte o Senhor por suas obras! Com só olhar para a terra ele a faz tremer; toca as montanhas, e elas fumegam. Cantarei ao Senhor enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus durante a minha vida. Seja-lhe agradável a minha meditação; eu me alegrarei no Senhor. Desapareçam da terra os pecadores, e já não subsistam os perversos. Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Aleluia!” (Sl. 104:31-35) “Aleluia! Louvai ao Senhor do alto dos céus, louvai-o nas alturas. Louvai-o todos os seus anjos; louvai-o todas as suas legiões celestes. Louvai-o, sol e lua; louvai-o todas as estrelas luzentes. Louvai-o, céus dos céus, e as águas que estão acima do firmamento. Louvem o nome do Senhor, pois mandou ele e foram criados. E os estabeleceu para todo o sempre: fixou-lhes uma ordem que não passará.” (Sl. 148:1-6) “Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor que nos criou.” (Sl. 95:6) “Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade.” (Sl. 8:1) Conclusão Meu amigo, o ensinamento de Gênesis um é uma grande e poderosa verdade. É o único que exige mais do que aceitação; ele precisa de ação. E mesmo assim, por maior que seja, é empalidecido pela vinda de Jesus Cristo. Da mesma forma que Deus proclamou: haja luz, assim Deus de uma vez por todas falou nos últimos tempos pelo Filho (Hb.1:1-2), que é a luz: “Porque Deus que disse: De trevas resplandecerá luz – ele mesmo resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo.” (II Co. 4:6) “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. A vida estava nele, e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.” (Jo. 1:1-5) “A saber: a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem. Estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.” (Jo.1:9-13) Enquanto Deus Se revelou palidamente na criação, Ele Se desvelou completamente em Seu Filho: “Ninguém jamais viu a Deus: o Deus unigênito, que está no sei do Pai, é quem o revelou.” (Jo. 1:18) Não podemos evitar a revelação bíblica de que o Deus que criou os céus e a terra, o Deus que redimiu os Israelitas do Egito, é o Deus-Homem da Galiléia, Jesus Cristo. Da mesma forma como Ele fez a primeira criação (Cl. 1:16), agora Ele vem realizar uma nova criação, através de Sua obra na cruz do Calvário: “E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” (II Co. 5:17) Além disto, breve virá o dia em que os céus e a terra serão purificados dos efeitos do pecado e serão novos céus e nova terra: “Virá, entretanto, como ladrão, o dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. Visto que todas estas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do dia de Deus, por causa do qual os céus incendiados serão desfeitos e os elementos abrasados se derreterão. Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça.” (II Pe. 3:10-13) Você está pronto para esse dia, meu amigo? Já é uma nova criatura em Cristo? Gênesis um revela como Deus tomou o caos e o transformou no cosmos – belo e ordenado. Se você ainda não veio a Cristo, posso dizer com toda segurança que sua vida é sem forma e vazia, é caótica e sem vida. O mesmo que tornou o caos em cosmos pode fazer de sua vida uma nova vida Extraído em 10 de julho de 2013 às 08:00h de http://bible.org/seriespage/cria%C3%A7%C3%A3o-dos-c%C3%A9us-e-da-terra-g%C3%AAnesis-11-23.

8.5.13

LÍDERES PERDEM O DIREITO DE SEREM EGOÍSTAS

SER PRESTATIVO: LÍDERES PERDEM O DIREITO DE SEREM EGOÍSTAS (Rm 15.1-6) Como os líderes podem, grandemente,ganhar um coração servil? Essa passagem serve como uma recordação de que a liderança é para servir aos outros e não para galgar poder. Veja como Paulo descreve um servo: 1. Nego-se o si mesmo - nós devemos agradar a outros e não a nós mesmos (v. I); 2. Desenvolve outros - nós devemos acrescentar valores aos outros (v. 2); 3. Aceita maus tratos - nós devemos perdoar as faltas alheias (v. 3); 4. Devemos imitar a Cristo - nós devemos olhar para jesus como o modelo a ser seguido (v. 3); 5. Tomar a postura de aprendizes - nós devemos permanecer sempre abertos a aprender (v. 4); 6. Procurar a harmonia nos relacionamentos - devemos buscar a unidade e a paz (vs. 5-6).

24.4.13

Romanos 13 do Versículo ao 14

Ministração Baseada na Bíblia da Liderança Cristã - John c. maxwell O SUCESSO DE AMANHÃ COMEÇA HOJE. Vamos dividir em duas partes este texto apartir do vers. 8 de Romanos 13. I - Romanos de 13: 8-10 1. Dívida - 8 Que dívida? do amor, do perdão, perdão incondicional a todos quantos me ofenderem, num espírito manso e humilde, conservando a tolerância e a benevolência diante de suas faltas, sabendo que eu mesmo necessito de perdão 2. Obediência a Palavra - 9 A ORDEM É AMAR . Amor cordial, fraternal e preferencial – Preferência (Romanos 12:10-10) Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Rm 12:10-10 3. Cumprir a lei - 10 Levítico 19.18 Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor. 1 João 4:20, Se alguém afirmar: "Eu amo a Deus", mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. II - Romanos 13:11-14: Paulo nos desafiou a viver o dia de Hoje resumidamente em três palavras: 1. Desperte - 11 Ele nos diz para acordarmos: O dia já esta começando.Ja é o momento de se levantar e agir vivendo o dia de hoje. 2. Esqueça - 12/13 Ele nos diz para colocarmos de lado os padrões corruptíveis da carne. e ainda cita exemplos. 3. Revista-se - 14 Finalmente, ele nos diz para revesti-mos do nosso Senhor Jesus Cristo. Sabendo que ele está dentro de vocês reflitam a luz dele O DIA DE HOJE ERA IMPORTANTE PARA AS PESSOAS NAS ESCRITURAS O Hoje foi importante para Davi (Salmo 118:24). Davi cantou. " Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele.." Mais tarde ele escreveu:”Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração "Davi estava muito consciente da importância do dia de hoje. Trabalhou para ver o valor de cada dia e ele incetivo que outros façam o mesmo. O Hoje foi importante para Paulo (1 Coríntios 9:24-27). Paulo comparou a vida a uma corrida. No qual devemos jogar fora todo o peso extra que nos atrasa. E que devemos ter um preparo diariamente e foca em nossas prioridades para conquistar o grande prêmio. Nós todos sabemos que os corredores não correm devagar. Eles vão direto para linha de chegada. Ele nos lembra disso em (Felipenses 3:7-14) Hoje importava para Jesus (Mateus 6:34). O nosso Mestre Jesus Cristo nos diria a cerda do dia de hoje. No Sermão da Montanha. Ele nos diz para buscar primeiro o Seu Reino e todos as outras coisas seram acrecentadas. Na sequência nos lança este desafio para nos lembrarmos “Não fiquem preocupados com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã trará as suas próprias preocupações. Para cada dia bastam as suas próprias dificuldades. Ainda hoje. Doze prioridades que nós devemos fazer todos os dias em nossas vidas. Aqui está a lista e um exemplo biblico de cada um.. 1. Ainda hoje... eu escolherei e colocarei em prática as atitudes certas. Fundamento: Filipenses 2:3-8 2. Ainda hoje... eu definirei minhas prioridades e agirei de acordo com elas. Fundamento: Efésios 5:15-17 3. Ainda hoje... eu descobrirei e seguirei diretrizes saudáveis. Fundamento: 1 Coríntios 6:19. 20 4. Ainda hoje... eu dedicarei atenção e cuidado a minha família. Fundamento: 1 Timoteo 5:8 5. Ainda hoje... eu colocarei em prática e desenvolverei um bom raciocínio. Fundamento: Provérbios 4:5-9 6. Ainda hoje... eu assumirei e manterei compromissos corretos. Fundamento: Filipenses 3:12-14 7. Ainda hoje... eu administrarei minhas finanças de forma adequada. Fundamento: Eclesiastes 5:10-20 8. Ainda hoje... eu aprofundarei e expressarei minha fé. Fundamento: Colossenses 2:6,7 9. Ainda hoje... eu darei início a relacionamentos sólidos e investirei neles. Fundamento: Colossenses 3:12-24 10. Ainda hoje... eu praticarei e serei um modelo de generosidade. Fundamento: Provérbios 11:24-28 11. Ainda hoje... eu assimilarei e agirei de acordo com bons valores. Fundamento: Salmos 119:33-40 12. Ainda hoje... eu sairei em busca de novos desafios que me tornem uma pessoa melhor. Fundamento: 1Pedro 2:1-3

22.4.13

Sermão textual - "Ninguém me ama como tu"

Vida Seminarista é fogo vai um sermão textual na íntegra para apresentação. Classificação estrutural: Sermão Textual Título: Ninguém me ama como Tu. Texto Bíblico: João 3:16. " Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." Tema: Que amor é este? Introdução A intensidade do amor de Deus, não pode ser dimensionada pela capacidade natural humana de amar, neste texto de João 3:16, chamado de texto áureo da bíblia, Deus o criador, se derrama ao demonstrar o seu amor pela sua maior criação, o homem. Analisaremos cinco pontos neste versículo que revelam a expressão máxima do amor de Deus ao homem, relatado na sua perfeita revelação. Desenvolvimento I - Ele amou - " Porque Deus amou o mundo..." II - Que amor é este que é tão intenso - "... de tal maneira..." III - Que amor é este que é sacrificial - " ... que deu seu Filho unigênito..." IV - Que amor é este que cuida, que não é excludente - "...para que todo aquele que nele crê, não pereça..." V - Que amor é este que se derrama como dádiva eterna - "... mas tenha a vida eterna." Conclusão Note que a condição fundamental para se validar este amor em sua própria vida é crer em Jesus Cristo, como senhor e salvador de sua vida, depositando de fato nele todas as suas necessidades e ansiedades, tendo realmente o Senhor Jesus Cristo como um pai amoroso, zeloso e amigo. Glossário Sacrificial - Relativo a sacrifício ou à oferta que se fazia aos deuses. Excludente - Que exclui. Seminarista Ftimo dos S. Junior.

15.4.13

TOTALMENTE LIBERTOS

TEXTO JOÃO 8:32 “E conhecereis a verdade e a verdade, vos libertará.” Vivemos um momento em nossa sociedade onde o clamor popular exige o direito de se ter liberdade para tomar decisões, fazer escolhas, negar verdades humanas, científicas e bíblicas para poder viver o edonismo pleno. Na verdade o jovem ou a sociedade, por estar diante de tantas descobertas, tantas novidades que se ufana e posiciona-se como uma criança mimada e indolente, que não quer de maneira nenhuma parar e pensar nas possíveis conseqüências de suas decisões. Por outro lado os adultos, Vozes da maturidade, que deveriam ajudar e orientar esta juventude, potencializam esta maneira errada de agir e viver, projetando, vivendo e estimulando seus sonhos e as frustrações de sua própria juventude. O homem do século 21 tem escolhido a (arrurá de Deus) a maldição de abdicar da possibilidade de viver uma eternidade ao lado de Jesus, para viver a brevidade da vida humana gozando de todos os seus prazeres, e a eternidade longe do seu criador. Então para que serve esta Falsa liberdade que nos é oferecida? Para me levar para longe de Deus? O que é realmente a liberdade? A conhecemos de fato? Sou realmente Livre? para que ser livre? Neste texto Jesus se antepõe como a verdade, e se o conhecesse-mos como deveríamos conhecer seriamos totalmente livres. Mas livres de que e para que? Queridos irmão, Identificamos que o conhecimento da verdade Jesus, traz para nós a libertação. Primeiro para podermos falar de libertação, precisamos entender que existem tipos de grilhões ou prisões que nos tornam cativos em certos atos pecaminosos. Prisões químicas são prisões do corpo e da mente. Prisões emocionais são da alma e do corpo. Prisões espirituais são do espírito, alma e corpo. É preciso ter bem claro isso em nossas mentes, entendermos que o povo de Deus erra por falta de conhecimento.( Mateus 22:29) Precisamos parar de excitar o corpo, alma e espírito com ações que nos afastam de Deus. Deus nesta reflexão nos mostrará três níveis de libertação que podemos experimentar através do Espírito Santo. Nível 01 - Libertação Espiritual - Morte Física e Morte Espiritual. Lc 23: 43. Ao conhecer Jesus, a sua alma instantaneamente entra com ele no paraíso, isto quer dizer que o seu Espírito imediatamente fica livre da morte Eterna. Nível 02 Libertação Física. Romanos 6:14 “ O pecado não terá mais domínio sobre vós” não existe mais grilhões, nada pode mais te dominar. Você vive debaixo do pecado por que você quer. Na verdade este presente de Deus torna-se uma grande responsabilidade para você. Romanos 6: 1 -2 fala da escolha que devemos fazer. Nível 03 Libertação Emocional. As emoções, área tão esquecida e confundida por nós cristãos ao longo dos anos, tem sido sacudida nos tempos modernos pelo Espírito Santo através de homens e mulheres de Deus, que tem se permitido ser usados para salvar toda uma geração que morre por depressões, suicídios, por frustrações amorosas, raízes de amargura, rancor, ódios profundos, invejas e até mesmo o medo de viver. Vejam o caso do profeta Elias em I Reis 19 vers 4, 6, 9-15. Sai para fora a prisão emocional não é para você. Amado Unge a Hazazel , REI, AMADO DEUS QUER TE USAR... vers 15. DEUS QUE USAR VOCÊ! Queridos somos eternos, corpo, alma e espírito. Meu Amado DEUS TE AMA TANTO, Ele é tão bom, que para a NOSSA, veja bem, a nossa salvação, basta tão somente a libertação espiritual, (E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, Hebreus 9:27). podemos morrer em diversas situações sem termos o tempo hábil para a restauração total de nossas mazelas humanas. A salvação é GRAÇA de Deus - favor imerecido. E em Cristo somos nova criatura, (Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. 2 Coríntios 5:17) Fez tudo mesmo. Mas que fique bem claro para você, somos 100% libertos em Jesus Cristo, (Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. 2 Coríntios 3:17) e (Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. João 8:36). Neste Exato momento 4 vozes falam ao seu ouvido, e em sua mente: A VOZ DE DEUS A VOZ DO DIABO A VOZ DA MULTIDÃO A SUA PRÓPRIA VOZ. Quem é que você ira ouvir? Como você tem andado diante do Senhor? A grande benção, é que a mudança da situação de vida esta agora em suas mãos, basta você querer, para tanto você precisa se libertar daquilo que te afasta de Deus, libertar de atitudes que te impedem de ter uma vida íntima com o Senhor Jesus. Jesus quer te libertar do estado mal da alma, do pecado, (mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça. Isaías 59:2). Tome posse da liberdade em Jesus e seja livre, faça isso e viva na Paz. Seminarista Fatimo Junoir.

1.4.13

Conselhos Práticos para o Ministro de Louvor CONSELHOS PRÁTICOS PARA O MINISTRO DE LOUVOR Por Christie Tristão Separe um tempo específico durante a semana para buscar a presença de Deus e crescer no conhecimento do Senhor; Leia a bíblia diariamente e faça um devocional, e de preferência tenha um caderno para anotações de sua meditação; Tire um tempo estudar musica, e faça deste momento um tempo de adoração ao Senhor. Busque a direção de Deus em sua preparação para o exercício do ministério durante as reuniões da igreja. (Se Deus te falar sobre algum tema, busque o que a bíblia diz a respeito daquele tema, e selecione canções relacionadas ao tema especifico); Mantenha contato durante a semana com os demais membros do ministério e procure compartilhar a respeito do que o Senhor tem ministrado ao seu coração. Nunca se esqueça que ministério é serviço, e que quando você está exercendo o ministério o combustível deve ser o amor ao Senhor e às pessoas. Portanto, seja um servo facilitador e inspire as pessoas a adorarem ao Senhor, através das canções e palavras ditas no momento da ministração, e principalmente através do seu testemunho de via. A sua adoração individual desligada dos outros deve acontecer somente quando você está no seu momento individual com o Senhor. No momento em que estiver junto com a congregação esteja conectado em Deus e nas pessoas também. Nunca se esqueça que adoração é um estilo de vida, e que todas as suas ações e escolhas estão relacionadas à sua vida de adoração. Deus te abençoe Comente esta palavra no blog da Christie: extraido http://blogdachris.wordpress.com/

7.3.13

Da autoridade para a hierarquia

Rm 13:1 obedeçam ao governo, porque Deus foi quem o estabeleceu. Não há governo, em parte alguma, que Deus não tenha colocado no poder. A proposta paulina de uma Eclésia igualitária, ministerial e leiga, sinal vivo da ágape/caridade e expressão máxima da nossa fé no Cristo Senhor, veio, aos poucos, sendo substituída por uma igreja hierárquica, autoritária e sacerdotal. Na verdade as cartas paulinas atestam a presença de lideranças dentro da comunidade, de uma forma clássica como apresenta o texto de 1Cor 12:28, com um coração pronto para servir, sabendo do peso e da importância da responsabilidade de cada um dentro do corpo de Cristo, confirmando a importância dos apóstolos, profetas e mestres, como pessoas, estabelecidas por Deus na Eclésia. De fato aqueles que Deus estabeleceu e elegeu na Igreja são: primeiro apóstolos, segundo profetas, terceiro mestres, depois a doutores, depois o dom das curas, das assistências, do governo e de falar em línguas. Este contexto nos faz entender que esta lista não deve ser tomada como legitimação de uma hierarquia de poder no exercício dos diversos serviços, nem em nível de importância pessoal, mas sim no caráter de serviço, mas conforme Romanos Cap 12. Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação. Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros, não podemos deixar de esclarecer que assim como corpo todos são essencias nas suas atividades, seja ela em comandar, seja ela em executar. A autoridade despendida a cada um na Eclésia, vem da demanda do seu exercício fiel das habilidades inerentes de cada um dada por Deus, isto posto que Deus da a quem lhe aprouver o dom e habilidade que ele quiser. A organização administrativa é claramente hierárquica e não mais igualitária: bispos, diáconos e presbíteros são tarefas constituídas dentro da comunidade e sua função principal é o "governo" conforme cita (1 Tm 3: 1-12), (1Tm 5:17), (Tt 1:5), na verdade estes tem a responsabilidade da defesa da sã doutrina, de uma forma plena,em tempo oportuno e inoportuno, exortando com paciencia e ensinando, instruindo conforme fica claro em (1Tm 6:20, 2Tm 1:12-14). O homem sempre precisou de alguém para guiá-lo e demonstrar como fazer (Hb 3:2). Em contrapartida é fácil diagnosticar a ausência de autoridade a qualquer um que não tiver uma conduta irrepreensível, comportamentos impiedosos, insubmissos, palavrosos, enganadores, envolvidos com o lucro ilícito, com fábulas, com doutrinas de demônios e caduquices, conforme cita em (1 Tim Cap 4: 1-7, 2Tim 2: 16- 17 eTt 1:10-11). Rm 13:8 Paguem todas as suas dívidas, exceto a dívida do amor aos outros; nunca terminem de pagá-la! Se vocês amarem aos ou¬tros, estarão obedecendo a todas as leis de Deus, e satisfazendo todas suas exigências. Rfe: Sandro Gallazzi e Prof Lato Santos Junior, Fatimo dos

26.2.13

BARAH DE DEUS

“Num sistema fechado, a massa total dos reagentes é igual à massa total dos produtos”. Ou, como é popularmente conhecida: “Na natureza nada se cria, nada se perde; tudo se transforma” Lavousier. Lei da conservação da massa No antagonismo da vida as realidades se contrapõe constantemente, a capacidade criativa do do homem versus a onipotência de Deus em formar do nada tudo aquilo que seu pensamento almeja, o homem esbarra em si próprio como bem relata Antoine Lavousier, declarando falta de capacidade do homem criar do nada. É interessante frisar que a comunidade ocidental no caso brasileira, não tem em seu glossário uma palavra que represente de fato o barah de Deus, torna-se complicado explicar, pois todo o entendimento a respeito da criação baseia-se na transformação de elementos e da máteria. O livro de gênesis de cara denota a diferença entre criador e a criatura isto bem demonstrado no hebraico pela palavra barah. Na verdade o homem sempre se baseou em modelos pré-existentes, vivemos cercados de modelos diversos, o apóstolo Paulo reporta a nossa falta de capacidade, de sermos autênticos e nossa necessidade de termos modelos, se auto titulando um modelo a ser seguido assim como Cristo foi para ele, “ Sede meus imitadores, como também eu de Cristo. “1 Coríntios 11:1, na verdade a referencial para a humanidade é muito importante, o homem sempre buscou na natureza a base para a grande maioria de suas criações. E Deus em que se baseou para gerar do nada absoluto? Cada molécula, cada átomo, cada estrutura molecular existente, para criar o macro e microcosmo que conhecemos e o que não conhecemos, toda a estrutura que sustenta o universo, relações magnéticas, atrações, repulsos, pulsos, ondas, dilatações líquidas, sólidas, térmicas, na verdade todo o conhecimento o extrato e o substrato universal, pertencem e passaram pelo barah de Deus, destarte que não há impossível para o dono de toda a essência existencial, pois a criação de fato é sua. O Bara de Deus “"Bereshit bara Elohim et hashamayim ve'et ha'arets.." Bereshit 1:1, ישוע אוהב אותך No princípio da criação, Deus criou o Céu e a terra. A criação foi tirada do nada não existia referência, neste ato de poder, através de sua palavra, Deus chama a existência a vida, a vida é a essência de tudo que existe. Deus forma tudo com sua palavra e não precisou da matéria para transformar como definiu bem Lavousier o Eterno criou tudo do nada. O nada não poderia ser despertado a não ser que fosse por uma palavra de poder e autoridade inimagináveis, na verdade só a “só a existência poderia gerar a existência” O Eterno não é uma hipótese da fé, mas um axioma científico. Deus já estava ele é o EU SOU, nada todas as teorias humanas entre elas a do Big Bang, necessitam de uma matéria para eclodir, mas Deus não ele cria tudo relativamente do nada, o Barah de Deus, Na verdade o livro de Deus nos dá a forma correta de crer no barah de Deus, Pela fé entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que aquilo que se vê não foi feito do que é visível. Hb 11:3. Tudo se resume na nossa fé em Deus e a palavra de Deus foi a ferramenta mais eficiente para trazer o nada a existência. O verbo bara a ação da soberania de Deus. Seminarista Fatimo dos Santos Junior

Prontos para batalhar na Fé

Texto Base: I Tim 1: 18 a – 19 “Timóteo, meu filho, segundo as profecias anteriormente proferidas a seu respeito, dou a você está instrução:...